Reuniões entre produtores de leite e lideranças em Goiás

ABRALEITE

Reuniões entre produtores de leite e lideranças em Goiás

Mesa composta pelas lideranças: Reinaldo Figueiredo 2° vice-presidente da ABRALEITE, Amauri Ribeiro deputado estadual de Goiás, José Mário Schneider deputado federal e presidente da FAEG, Euclécio Mendonça presidente da Complem e José Renato Chiari presidente da Comissão de Leite da FAEG e diretor técnico da ABRALEITE

Auditório da FAEG lotado de produtores, técnicos, conselheiros da ABRALEITE e outras lideranças

Fala do 2° vice presidente da ABRALEITE Reinado Figueiredo

Visão panorâmica do auditório da FAEG, onde se realizou a reunião

 

No dia 15 de fevereiro, a ABRALEITE representada pelo seu segundo vice presidente Reinaldo Figueiredo, esteve presente na 2ª reunião histórica de produtores de leite do estado de Goiás.

Esta reunião e a anterior foram realizadas na sede da FAEG (Federação da Agricultura do Estado de Goiás), e contaram com a presença de seu presidente, deputado federal José Mário Schneider, que vem organizando estes encontros com produtores.

Também presente esteve o presidente da Comissão de Leite da FAEG e diretor técnico da ABRALEITE, José Renato Chiari.

Estas reuniões tem os objetivo de promover uma união maior dos produtores de leite do Estado de Goiás, buscando uma melhor organização para o setor.

Ambas reuniões aconteceram no auditório da FAEG e foram abertas a todos produtores e técnicos do setor leiteiro, sendo a primeira no dia 25 de janeiro, ocasião em que a ABRALEITE esteve representada pelo membro do Conselho de Representantes Estaduais da ABRALEITE por Goiás, José Ribeiro Neto.

Na primeira reunião, as mais de 300 pessoas presentes discutiram e chegaram a um documento contendo a assinatura de todos presentes com o intuito de levar até o Sindileite – Sindicato das Indústrias de Laticínios no Estado de Goiás.

Esse documento teve apenas dois pleitos:

– Todos os produtores de leite do estado de Goiás negociarem juntos às empresas compradoras de leite para que elas estabeleçam e divulguem o preço do leite a ser pago no mês seguinte, até o 25 dia do mês anterior.

– Que as empresas compradoras promovam o pagamento do leite até o 5° dia útil do mês seguinte ao da entrega.

Esses pleitos foram levados ao Sindileite e a resposta foi negativa, dizendo que não é possível praticar nenhuma das operações acima.

Por esse motivo, houve essa nova reunião com os produtores para saber o que deveria ser feito.

Nesta reunião do dia 15 de fevereiro, outra vez com o plenário lotado, após longas ponderações entre os produtores, técnicos e os representantes do setor, sobre a resposta negativa do Sindileite, a decisão dos presentes foi de não aceitar a negativa da indústria e retornar a ela os dois pleitos.

Um pequeno grupo de produtores já está conseguindo atingir esses pleitos e os produtores acreditam que devagar irão conseguir conquistar de forma geral.

Como represente da ABRALEITE, Reinaldo Figueiredo disse que a Diretoria apoia a união dos produtores, uma vez que a ABRALEITE foi criada com esse propósito. Também disse que é necessário nivelar os discursos dos produtores, para que todos estejam unidos falando uma só “língua”. “Somente com a força da união nós produtores poderemos alcançar nossos objetivos, sem isso será muito difícil”, comentou Reinaldo.

 

 

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